AS AVES QUE AQUI GORJEIAM, NÃO GORJEIAM COMO LÁ, NOSSO CÉU TEM MAIS ESTRELAS, NOSSAS VÁRZEAS TÊM MAIS FLORES, ...
terça-feira, 28 de maio de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Óvnis no Brasil !!!?

Ministério da Defesa abre documentos confidenciais sobre óvnis
“Isso é resultado da Carta de Foz do Iguaçu, assinada por cerca de 500 pessoas durante o 4º Fórum Mundial de Ufologia, em dezembro, solicitando a abertura de documentos confidenciais. Essa luta começou em 2004, mas até agora só a Força Aérea vem cooperando com divulgação de registros relativos a discos voadores”, afirmou o ufólogo Marco Antônio Petit, um dos mais conhecidos do Brasil.
De acordo com Petit, a maior parte dos relatos colocados à disposição pela Aeronáutica é referente à rotina operacional do controle de tráfego aéreo. O DIA teve acesso a alguns desses relatórios. Dois deles são descritos por militares no Rio de Janeiro.
No dia 7 de novembro de 2000, conforme o documento 365/1472 do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Condabra), um militar garante ter avistado, de sua aeronave, às 23h, um objeto de luz branca em Santa Cruz, na Zona Oeste. Em outro relato, segundo documento 65 C, do mesmo órgão, dois militares dizem ter visto “várias luzes vermelhas caindo como gotas de um ponto branco” e em deslocamento, por volta de 0h50 do dia 2 de maio de 2001, em Jacarepaguá.
MUDANÇA DE COR E DE POSIÇÃO
Uma das transcrições intrigantes é a gravação feita pelo tenente do Centro de Tecnologia da Aeronáutica, Ari Flávio de Souza, de uma conversa entre pilotos de um voo da Varig com agentes da torre de controle de Curitiba, na noite de agosto de 2003. Um dos pilotos da aeronave, que seguia para São Paulo, relata, atônito, que estava avistando um objeto não identificado. “Não dá para saber o que é...Tá voando paralelo à gente...Agora, mais alto... Tá piscando...Agora tá parado... Na subida tava vermelho, agora está branco...”. “Tentamos todos os meios, mas não conseguimos identificar nenhuma aeronave”, respondeu funcionário da torre.
fonte: O Dia
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Brasil cai nove posições no ranking de liberdade de imprensa
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) divulgou nesta
quarta-feira (30/01) o ranking de liberdade de imprensa entre 179
países. O Brasil caiu nove posições em relação à classificação de 2012 e
ocupa a 108ª posição.
O relatório cita os motivos pelos quais o Brasil, considerado modelo regional e motor econômico da América Latina, perdeu posições na classificação: cinco jornalistas mortos em 2012, a concentração dos meios de comunicação no país e, ainda, o marco regulatório da mídia brasileira – que ainda é do tempo da didatura militar.
A censura prévia pela Justiça aos veículos de imprensa no Brasil também foi apontada como sério problema e está entre os fatores responsáveis pela piora na classificação do país desde o ano passado. "Há três anos que o jornal O Estado de São Paulo não pode publicar assuntos que incomodem os interesses da família Sarney", frisou Benoît Hervieu, diretor do escritório para as Américas da RSF, em entrevista à DW.
O panorama midiático do país mereceu a divulgação, no final de janeiro, do relatório "Brasil, o país dos trinta Berlusconis". No estudo, a RSF aborda os maiores desequilíbrios e obstáculos que caracterizam o panorama midiático da maior economia sul-americana e o fato de grande parte das mídias locais e regionais pertencerem a políticos.
"Esse é um obstáculo para a independência da mídia. É uma imprensa que muitas vezes responde somente aos interesses dos políticos, tornando impossível se ter uma informação realmente plural", frisou.
Os países das Américas que estão melhor colocados no ranking são: Jamaica (13º), Costa Rica (18º), Canadá (20º), Uruguai (27º), Suriname (31º) e Estados Unidos (32º). A Argentina caiu sete posições e ocupa a 57ª posição. Entre os motivos, estão os conflitos entre o governo e alguns grupos privados de imprensa, como o Clarín, em particular por causa da nova Lei dos Meios de Comunicação da Argentina.
Países europeus no topo
A parte superior do ranking é ocupada por três países europeus: Finlândia, Holanda e Noruega – as nações ocupam as mesmas colocações pela terceira vez consecutiva. Os motivos para isso são critérios como a baixa incidência de violência contra jornalistas, assim como a legislação desses países. A Alemanha caiu uma posição em relação ao relatório divulgado no ano passado e ocupa hoje a 17ª colocação.
Os casos mais sérios são o Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritreia. Esses países são chamados pela organização de "o trio infernal" e, como no ano anterior, ocupam as três últimas colocações no relatório de 2013.
O índice é publicado anualmente pela organização e avalia o grau de liberdade que possuem jornalistas, meios de comunicação e cidadãos para manifestarem sua opinião. Além disso, a RSF avalia as medidas implementadas pelos países para que essa liberdade seja respeitada.
"A classificação mundial publicada pela RSF não leva em conta diretamente o tipo de regime político. Entretanto, parece claramente que as democracias protegem melhor a liberdade de produção e difusão de informações do que os países que desprezam outros direitos humanos", concluiu Christophe Deloire, secretário-geral da RSF.
A organização informou também o índice de liberdade de imprensa por região global. O cálculo se baseia em uma média relacionada à população, com resultados que vão de zero a 100, sendo que zero representa uma situação ideal. A Europa obteve 17,5 pontos; as Américas, 30; Ásia-Pacífico, 42,2; e a Rússia e os países da antiga União Soviética, 45,3.
A violência contra jornalistas durante a Primavera Árabe fez com que a região do Oriente Médio-Norte da África ficasse em último lugar, com 48,5 pontos. Depois dos movimentos de protesto nesses países, entretanto, o relatório de 2013 mostra o retorno de uma "certa normalidade" e verifica atitudes positivas dos governos frente à liberdade de imprensa em médio e longo prazos.
Autor: Fernando Caulyt
Revisão: Francis França
O relatório cita os motivos pelos quais o Brasil, considerado modelo regional e motor econômico da América Latina, perdeu posições na classificação: cinco jornalistas mortos em 2012, a concentração dos meios de comunicação no país e, ainda, o marco regulatório da mídia brasileira – que ainda é do tempo da didatura militar.
A censura prévia pela Justiça aos veículos de imprensa no Brasil também foi apontada como sério problema e está entre os fatores responsáveis pela piora na classificação do país desde o ano passado. "Há três anos que o jornal O Estado de São Paulo não pode publicar assuntos que incomodem os interesses da família Sarney", frisou Benoît Hervieu, diretor do escritório para as Américas da RSF, em entrevista à DW.
O panorama midiático do país mereceu a divulgação, no final de janeiro, do relatório "Brasil, o país dos trinta Berlusconis". No estudo, a RSF aborda os maiores desequilíbrios e obstáculos que caracterizam o panorama midiático da maior economia sul-americana e o fato de grande parte das mídias locais e regionais pertencerem a políticos.
"Esse é um obstáculo para a independência da mídia. É uma imprensa que muitas vezes responde somente aos interesses dos políticos, tornando impossível se ter uma informação realmente plural", frisou.
Os países das Américas que estão melhor colocados no ranking são: Jamaica (13º), Costa Rica (18º), Canadá (20º), Uruguai (27º), Suriname (31º) e Estados Unidos (32º). A Argentina caiu sete posições e ocupa a 57ª posição. Entre os motivos, estão os conflitos entre o governo e alguns grupos privados de imprensa, como o Clarín, em particular por causa da nova Lei dos Meios de Comunicação da Argentina.
Países europeus no topo
A parte superior do ranking é ocupada por três países europeus: Finlândia, Holanda e Noruega – as nações ocupam as mesmas colocações pela terceira vez consecutiva. Os motivos para isso são critérios como a baixa incidência de violência contra jornalistas, assim como a legislação desses países. A Alemanha caiu uma posição em relação ao relatório divulgado no ano passado e ocupa hoje a 17ª colocação.
Os casos mais sérios são o Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritreia. Esses países são chamados pela organização de "o trio infernal" e, como no ano anterior, ocupam as três últimas colocações no relatório de 2013.
O índice é publicado anualmente pela organização e avalia o grau de liberdade que possuem jornalistas, meios de comunicação e cidadãos para manifestarem sua opinião. Além disso, a RSF avalia as medidas implementadas pelos países para que essa liberdade seja respeitada.
"A classificação mundial publicada pela RSF não leva em conta diretamente o tipo de regime político. Entretanto, parece claramente que as democracias protegem melhor a liberdade de produção e difusão de informações do que os países que desprezam outros direitos humanos", concluiu Christophe Deloire, secretário-geral da RSF.
A organização informou também o índice de liberdade de imprensa por região global. O cálculo se baseia em uma média relacionada à população, com resultados que vão de zero a 100, sendo que zero representa uma situação ideal. A Europa obteve 17,5 pontos; as Américas, 30; Ásia-Pacífico, 42,2; e a Rússia e os países da antiga União Soviética, 45,3.
A violência contra jornalistas durante a Primavera Árabe fez com que a região do Oriente Médio-Norte da África ficasse em último lugar, com 48,5 pontos. Depois dos movimentos de protesto nesses países, entretanto, o relatório de 2013 mostra o retorno de uma "certa normalidade" e verifica atitudes positivas dos governos frente à liberdade de imprensa em médio e longo prazos.
Autor: Fernando Caulyt
Revisão: Francis França
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Decisão do TSE determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do ex-presidente(?) Lula
COMENTÁRIO DE DORA KRAMER SOBRE ARNALDO JABOR " IMPERDÍVEL"
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Costume Interpretativo?
O
costume consiste no conjunto de normas de comportamento a que pessoas
obedecem de maneira uniforme e constante, em razão da convicção de sua
obrigatoriedade. Por obediência uniforme entende-se a prática de atos da
mesma espécie. Por constante, entende-se a sua reiteração de forma
continuada, por período mais ou menos longo.
Pergunta-se:
qual a finalidade do costume no Direito Penal? A finalidade é
interpretativa, isto é, o costume serve para aclarar o significado de
uma expressão. Por esta razão, fala-se em costume interpretativo. Nesse
sentido, Rogério Sanches.
Exemplo: Mulher honesta
- é aquela que não rompeu com o mínimo de decência na sociedade. Porém,
não existe mais a descrição de mulher honesta no Código Penal. Assim,
um bom exemplo é: "durante o repouso noturno" (art. 155, § 1º, do CP).
Art. 155 do CP: Subtrair,
para si ou para outrem, coisa alheia móvel: Pena - reclusão, de um a
quatro anos, e multa.
§ 1º - A pena aumenta-se de um terço, se o crime é
praticado durante o repouso noturno.
Autor: Luciano Schiappacassa
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
O que você acha dentro da embalagem dos Alimentos
Confira as bizarrices que os mineiros já flagraram nos alimentos

Em outubro, um frentista de um posto de gasolina de Montes Claros, no norte de Minas, virou o centro das atenções ao encontrar uma perereca dentro de um picolé de chocolate. O pior de tudo é que ele só viu o bicho congelado após a segunda mordida.
Fonte: http://noticias.r7.com/minas-gerais/fotos/de-camisinha-a-perereca-as-bizarrices-que-os-mineiros-ja-encontraram-em-alimentos-20991009-7.html#fotos
No site vc encontra outras fotos bizarras.
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Veículos bons, bonitos e econômicos
Ranking do Inmetro lista carros vendidos no Brasil que consomem menos combustível
Mas na segunda posição aparece um popular, o Renault Clio 1.0 16V flex, que tem preços a partir de R$ 24,1 mil. No teste, o carro, com um litro, rodou até 14,3 quilômetros na cidade e até 15,8 em situação de estrada.
O Clio 1.0 16V flex, da Renault, recebeu classificação “A” pelo Inmetro e pode ser encontrado por R$ 24 mil
Na quinta edição do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular 2013, foram avaliados 327 modelos de 25 fabricantes. Etiquetas serão aplicadas em 70% das unidades à venda no mercado nacional. O adesivo terá classificações de “A” (menos consumo) a “E” (mais consumo).
Chefe da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro, Gustavo Kuster aconselha o consumidor a observar o selo antes de comprar. “Com a etiquetagem, o cliente avalia quais carros são baratos e consomem menos”, observa.
Selo classifica a eficiência dos automóveis
A Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria e traz outras informações, como a autonomia em quilômetro por litro (km/l) de combustível na cidade e na estrada. Além disso, a emissão de CO2, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa também é avaliada.
O selo, vale destacar, é semelhante aos adesivos aplicados em fogões, televisores refrigeradores e aparelhos de ar condicionado.
Fonte: O Dia
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